UMA NECESSIDADE FUNDAMENTAL...

UMA NECESSIDADE FUNDAMENTAL...
"A GRATIDÃO É A MEMÓRIA DO CORAÇÃO." - "GRATITUDE IS THE MEMORY OF THE HEART". - "LA GRATITUD ES LA MEMORIA DEL CORAZÓN". - "LA RECONNAISSANCE EST LA MÉMOIRE DU COEUR". (ANTISTENES) - "DANKBARKEIT IST DAS GEDÄCHTNIS DES HERZENS". (ANTISTENES)

LE JOURNAL DE BORD

À l’époque de l’exploration des vastes mers du monde, aux XVe et XVIe siècles, les navires traversaient de vastes océans périlleux et naviguaient le long de côtes dangereuses. Les pilotes employaient diverses techniques et divers équipements de navigation, y compris un journal de bord dans lequel ils inscrivaient les événements que les premiers navigateurs vivaient en naviguant sur des eaux antérieurement inconnues et difficiles. En lisant les détails d’un journal de bord, les capitaines pouvaient éviter les dangers qui y étaient signalés et traverser avec succès des eaux périlleuses.
De bien des manières, la vie chré-tienne est comparable à une traversée et le croyant a besoin d’aide pour naviguer sur les eaux périlleuses de la vie. Nous avons cette aide parce que Dieu nous a donné sa Parole en guise de « journal de bord spirituel ». Souvent, lorsque nous méditons des passages chargés de sens, nous nous rappelons la fidélité de Dieu en situations éprouvantes. Comme le psalmiste le suggère, il n’y a pas que les situations de la vie qui recèlent des dangers, mais aussi notre inclination à pécher. En raison de ce double sujet d’inquiétude, il a écrit : « Affermis mes pas dans ta parole, et ne laisse aucune iniquité dominer sur moi ! » (Ps 119.133.)
En méditant cet enseignement de la Bible, Dieu vous rappellera la manière dont il a pris soin de vous par le passé, il vous convaincra qu’il vous guidera en situation éprouvante et il vous mettra en garde contre le péché. Voilà l’avantage d’avoir « un journal de bord spirituel ».

Ave Dieu pour compas, vous avez l’assurance de tenir le cap.(RBC)

EDUCAÇÃO, FAMÍLIA E ESCOLA

“Saber ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Quando entro em uma sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas dos alunos, as suas inibições; um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho – a de ensinar e não a de transferir conhecimento” (Paulo Freire).
 

Na verdade, para transformar em algo real as palavras sábias do famoso educador brasileiro, cada vez mais as pesquisas em nível internacional comprovam que a qualidade educacional depende de uma parceria entre a família e a escola. Elas são as bases na construção do caráter e da personalidade do ser humano. Para tanto, ambas devem seguir critérios conjuntos, além de preparar os filhos/estudantes para o exercício da sua cidadania, com capacidade para enfrentar os problemas do seu contexto social.

Devido a isso, os pais precisam conversar em casa a respeito do currículo estudado em sala de aula, com a valorização das regras estabelecidas pela escola. Ademais, nunca esquecer que muitas vezes determinados problemas no espaço escolar, os filhos mesmos devem saná-los, principalmente no campo da socialização. Enfim, estar presente nas reuniões de pais, com o propósito de conhecer o desempenho dos alunos e de suas dificuldades.
Outro fator de máxima importância refere-se à própria escola cumprir os alvos estabelecidos com as famílias, em relação às propostas pedagógicas.  Se isso não acontece, existe uma falta de coerência entre o falar e a prática educacional, porque “o aluno é o elemento mais importante no processo ensino/aprendizagem”. Na medida do possível, sempre criar oportunidades para uma participação maior dos familiares nas atividades escolares, com o propósito de existir uma relação intima com a família.

O escritor Adriano Bonomi destaca muito bem essa questão, em seu livro “O relacionamento entre educadores e pais” com a seguinte colocação: “(...) a formação escolar reside no relacionamento de três personagens: o estudante, os pais e os educadores. Através deles “há uma inserção da criança na vida escolar, além de representar a ação conjunta rumo à consolidação de uma pedagogia voltada para a infância”.
Em síntese, a palavra educar pela sua etimologia “educere”,  significa “conduzir a partir de”, ou seja, “educar é ajudar a ser, permitir que se seja”, um desafio a ser compartilhado pela família e escola. Por isso, pais e educadores necessitam de uma cumplicidade para oferecer uma educação integral. Assim, seus estudantes/filhos serão indivíduos altamente competitivos, dotados de valores éticos, de autonomia e senso crítico, os quais poderão contribuir para a construção de uma sociedade mais justa

Teacherv Joani C.P. - Twitter: @teachervjcp

DISPONÍVEL AO PRÓXIMO

Quando as pessoas perguntam a Michael St. Jacques, um irmão franciscano, o que ele está usando, ele responde: “É um hábito.” Michael usa uma vestimenta marrom por uma razão definida conforme relatou a uma revista: “Nós temos a opção de usar ou não o hábito e muitos fazem um verdadeiro esforço porque o ato de vestí-lo atrai a atenção como um chamariz.” Algumas pessoas me contam coisas que nunca contaram a ninguém. Pessoas completamente estranhas confessarão para mim algo que fizeram há 30 anos, questionando se Deus as pode perdoar. Você pode dizer que Michael está vestido de forma acessível.
Nos evangelhos, descobrimos que todos os tipos de pessoas aproximavam-se de Jesus onde quer que Ele fosse. Elas vinham para serem ensinadas, ajudadas, curadas, aceitas e perdoadas. Quando alguns criticaram Jesus por associar-se com os cobradores de impostos e pecadores considerados indesejáveis, Jesus disse: “Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes; não vim chamar justos, e sim pecadores” (Marcos 2:17).
Somos vistos como indiferentes ou acessíveis? Ao nos concentrarmos demais em nossos planos e não termos tempo para os outros, não estamos vestidos com a identidade de Cristo.
Quando o Salvador vive através de nós, Seus braços abertos convidam as pessoas para abrirem seus corações e aliviarem suas almas.

Honramos a Deus quando estamos disponíveis para as necessidades de outras pessoas. (RBC)

APPROACHABLE

When people ask Michael St. Jacques, a Franciscan brother, what he’s wearing, he says, “It’s called a habit.” He wears the distinctive brown robe for a definite reason. St. Jacques told Hemispheres magazine, “We have the choice to wear it, and a lot of us make a real effort to because it acts as a magnet. People tell me things they’ve never told anyone. Complete strangers will confess something they did 30 years ago and ask if God can forgive them.” You might say that Michael is clothed in “approachability.”
Throughout the Gospels, we find that all types of people approached Jesus wherever He went. They came to be taught, helped, healed, accepted, and forgiven. When some criticized Jesus for associating with tax collectors and sinners, people they considered undesirable, Jesus said, “Those who are well have no need of a physician, but those who are sick. I did not come to call the righteous, but sinners, to repentance” (Mark 2:17).
Do people see us as aloof or accessible? When we become so focused on our own plans that we have no time for others, we are not clothed with the spirit of Christ.
When the Savior lives through us, His open arms invite people to open their hearts and unburden their souls.

Being available for the needs of others honors God.(RBC)

ACCESIBILIDAD

Cuando la gente le pregunta a Michael St. Jacques, un sacerdote franciscano, qué ropa usa, él responde: «Se llama hábito». Lleva esta túnica marrón distintiva por un motivo específico. St. Jacques le dijo a la revista Hemispheres: «Nosotros decidimos si queremos vestirla o no, y muchos hacemos un verdadero esfuerzo para usarla porque actúa como un imán. Las personas me cuentan cosas que nunca le dijeron a nadie. Algunas de ellas, completamente desconocidas, me confiesan algo que hicieron hace 30 años y preguntan si Dios puede perdonarlas». Podría decirse que Michael está vestido de «accesibilidad».
En los Evangelios, vemos que a Jesús se le acercaba todo tipo de gente dondequiera que Él iba. Lo hacían para recibir enseñanza, ayuda, sanidad, aceptación y perdón. Cuando algunos lo criticaron por juntarse con recaudadores de impuestos y con pecadores, personas que ellos consideraban indeseables, el Señor dijo: «Los sanos no tienen necesidad de médico, sino los enfermos. No he venido a llamar a justos, sino a pecadores» (Marcos 2:17).
¿Las personas nos ven como seres distantes o accesibles? Cuando llegamos al punto de estar tan concentrados en nuestros planes que no tenemos tiempo para los demás, no estamos vestidos con el espíritu de Cristo.
Cuando el Salvador vive a través de nosotros, Sus brazos extendidos invitan a la gente a abrir su corazón y a descargar su alma agobiada.

Dios es honrado cuando estamos disponibles para suplir las necesidades de los demás. (RBC)